Bíblia do Caminho Estudos Espíritas

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EADE — Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita — Religião à luz do Espiritismo

TOMO III — ESPIRITISMO, O CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS
Módulo III — Os vícios e as Virtudes

Roteiro 1


O bem e o mal


Objetivos: Conceituar bem e mal. Explicar o significado de bem e de mal, segundo as orientações espíritas.



IDEIAS PRINCIPAIS

  • Bem é […] aquilo que enseja as condições ideais ao equilíbrio, à manutenção, ao aprimoramento e ao progresso de uma pessoa ou de uma coletividade. Dicionário Houaiss da Língua portuguesa, p. 275. [v. também: http://www.dicionariodoaurelio.com/Bem]

  • Mal é tudo […] o que é prejudicial ou fere; o que concorre para o dano ou a ; ruína de alguém ou algo; o que é nocivo para a felicidade ou o bem-estar físico ou moral. Dicionário Houaiss da Língua portuguesa, p.1219. [v. também: http://www.dicionariodoaurelio.com/Mal]

  • Para os Espíritos da Codificação Espírita, o […] bem é tudo o que é conforme à lei de Deus, e o mal é tudo o que dela se afasta. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringir essa lei. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos. Questão 630.

  • […] As circunstâncias dão relativa gravidade ao bem e ao mal. Muitas vezes o homem comete faltas que, embora decorrentes da posição em que a sociedade o colocou, não são menos repreensíveis. Mas a sua responsabilidade é proporcional aos meios de que ele dispõe para compreender o bem e o mal. É por isso que o homem esclarecido que comete uma simples injustiça é mais culpado aos olhos de Deus do que o selvagem ignorante que se entrega aos seus instintos. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos. Questão 637 - comentário.



 

SUBSÍDIOS


O conceito de bem e de mal existe desde as épocas imemoriais, mas nem sempre delineado de forma precisa nas sociedades primitivas. Alguns filósofos antigos expressavam opiniões sobre o bem, como o fazia Aristóteles, mas foi somente com ideias do filósofo alemão Immanuel Kant W (1724-1804), que o bem passou a ser reconhecido como um conjunto de valores imprescindíveis à melhoria do ser humano. Meta a ser alcançada, sempre atuando integrada com o intelecto, o sentimento e a vontade.

O conceito de mal está sempre correlacionado ao bem, seja no sentido de lhe fazer oposição, seja como aptidão negativa do ser humano.

Segundo o dicionário, bem “[…] é aquilo que enseja as condições ideais de equilíbrio, à manutenção, ao aprimoramento e ao progresso de uma pessoa ou de um empreendimento humano ou de uma coletividade.” (1) Indica também “[…] conjunto de princípios fundamentais de determinada sociedade propícios ao desenvolvimento e ao aperfeiçoamento moral, quer dos indivíduos, quer da comunidade.” (1)

Em outro sentido, mal é algo irregular; “[…] diversamente do que convém ou do que se desejaria; modo ruim […]; de maneira imperfeita, incompleta; insuficientemente; de maneira insatisfatória, que não corresponde às expectativas; de modo incorreto; erradamente […]; de modo pouco adequado defeituosamente […]”. (2)


1. Conceitos filosóficos de bem e de mal


Bem, segundo a Filosofia, expressa “[…] tudo o que possui valor, preço, dignidade, a qualquer título.” (3) É uma palavra que traz o significado implícito de moralidade, significando, portanto, beleza de caráter ou virtude humana. O mal é tudo o que faz oposição ao bem, e representa característica dualista marcante do ser humano (ser e não ser mau). Mas o mal poderia subjetivamente ser considerado como uma aptidão negativa ou juízo negativo. (4)

Para os filósofos neoplatônicos, a presença do mal estimularia ações no bem, “[…] de tal modo que, p. ex., não haveria justiça se não houvesse ofensas, não haveria trabalho se não houvesse indolência, não haveria verdade se não houvesse mentira. […]” (4)

Para os filósofos cristãos, como Agostinho de Hipona W (354-430), o mal não se identifica com o bem, pois nenhuma natureza é má e todas as coisas são boas. (4) A palavra “mal” refere-se, apenas, à privação do bem em dadas circunstâncias, afirma esse teólogo católico, mais conhecido como santo Agostinho, que participou mais tarde da plêiade dos instrutores da Codificação Espírita.

O outro sentido de mal, amplamente estudado pelos filósofos de diferentes épocas, consiste em considerá-lo como algo inerente à personalidade humana. Ou seja, o homem, encontra-se em permanente conflito consigo mesmo porque convive com duas forças antagônicas: o bem e o mal. Esta da dualidade foi (e é) amplamente defendida pelos metafísicos. (4)


2. Conceitos espíritas de bem e de mal


Os conceitos de bem e de mal existentes nas obras espíritas são muito claros. São de abrangência universal e atemporal, além de não produzirem dúvidas ou interpretações equivocadas, pois estão destinados a todas as pessoas, independentemente do nível evolutivo em que se encontram.

Para os Espíritos da Codificação Espírita, por exemplo, o “[…] bem é tudo o que é conforme à lei de Deus, e o mal é tudo o que dela se afasta. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringir essa lei. (5)

Mas há outros conceitos, como os que se seguem


2.1 Porque o bem está relacionado à moral?

  • “[…] A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando faz tudo pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus.” (6)

  • A prática do bem se resume no Amor: “O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira, porque é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso feito. Em sua origem, o homem só tem instintos; quanto mais avançado e corrompido, só tem sensações; mais instruído e purificado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. […].” (7)

  • O bem está relacionado à virtude: “A virtude, no mais alto grau, é o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, caridoso, laborioso, sóbrio, modesto, são qualidades do homem virtuoso. […].” (8)

2.2 Porque existe o mal no mundo? O mal é necessário?

  • “[…] os Espíritos foram criados simples e ignorantes. Deus deixa ao homem a escolha do caminho. Tanto pior para ele, se toma o mau caminho: sua peregrinação será mais longa. Se não existissem montanhas, o homem não compreenderia que se pode subir e descer; se não existissem rochas, não compreenderia que há corpos duros. É preciso que o Espírito adquira experiência e, para isso, é necessário que conheça o bem e o mal. Eis por que existe a união do Espírito e do corpo.” (9) (Nesse contexto, recomenda-se também a leitura das perguntas 115 e 119 de “ O Livro dos Espíritos”)

  • Disse Jesus: Ai do mundo por causa dos escândalos! É necessário que haja escândalos, mas ai do homem pelo qual o escândalo vem! (Mateus, 18:7. Bíblia de Jerusalém)

  • “É preciso que haja escândalo no mundo, disse Jesus, porque os homens, em razão de sua imperfeição, se mostram inclinados a praticar o mal, e porque as más árvores dão maus frutos. Deve-se, pois, entender por essas palavras que o mal é uma conseqüência da imperfeição dos homens e não que haja, para estes, obrigação de praticá-lo.” (10)

  • É necessário que o escândalo venha, porque, estando em expiação na Terra, os homens se punem a si mesmos pelo contato de seus vícios, cujas primeiras vítimas são eles próprios e cujos inconvenientes acabam por compreender. Quando estiverem cansados de sofrer devido ao mal, buscarão o remédio no bem. A reação desses vícios serve, pois, ao mesmo tempo, de castigo para uns e de provas para outros. É assim que do mal Deus faz emergir o bem e que os próprios homens utilizam as coisas más - ou sem valor.” (11)

  • “Mas, ai daquele por quem venha o escândalo. Quer dizer que o mal sendo sempre o mal, aquele que serviu, sem o saber, de instrumento à justiça divina, aquele cujos maus instintos foram utilizados, nem por isso deixou de praticar o mal e de merecer punição. […].” (12)

2.3 Como fazer distinção entre o bem e o mal?

  • “[…] Deus lhe deu a inteligência para distinguir um do outro.” (13)

  • “Jesus vos disse: vede o que gostaríeis que vos fizessem ou não vos fizessem. Tudo se resume nisso. Não vos enganareis.” (14)

  • “[…] Os efeitos da lei de amor são o melhoramento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrestre. Os mais rebeldes e os mais viciosos se reformarão, quando observarem os benefícios resultantes da prática desta sentença: Não façais aos outros o que não gostaríeis que os outros vos fizessem; fazei, ao contrário, todo o bem que puderdes fazer-lhes. […].” (15)

  • “[…] À medida que a alma, comprometida no mau caminho, avança na vida espiritual, pouco a pouco se esclarece e se despoja de suas imperfeições, conforme a maior ou menor boa vontade que demonstre, em virtude do seu livre-arbítrio. Todo pensamento mau resulta, pois, da imperfeição da alma; mas, de acordo com o desejo que alimenta de depurar-se, mesmo esse mau pensamento se torna para ela uma ocasião de adiantar-se, porque o repele com energia. É indício de esforço por apagar uma mancha. Não cederá, caso se apresente ocasião de satisfazer a um mau desejo. Depois que haja resistido, sentir-se-á mais forte e contente com a sua vitória. […].” (16)

  • “[…] Em resumo, naquele que nem sequer concebe a idéia do mal, já há progresso realizado; naquele em quem surge essa idéia, mas a repele, há progresso em vias de realizar-se; naquele, finalmente, que pensa no mal e nele se compraz, o mal ainda existe em toda a sua plenitude. Num, o trabalho está feito; no outro, está por fazer-se. Deus, que é justo, leva em conta todas essas gradações na responsabilidade dos atos e dos pensamentos do homem.” (16)

2.4 Há quem não consiga fazer o bem?

  • “Não há ninguém que não possa fazer o bem. Somente o egoísta nunca encontra oportunidade de o praticar. Basta que se esteja em relação com outros homens para se ter ocasião de fazer o bem, e cada dia da existência ofereça essa possibilidade a quem não estiver cego pelo egoísmo. Fazer o bem não consiste somente em ser caridoso, mas em ser útil, na medida do possível, toda vez que o auxílio se fizer necessário.” (17)

  • “[…] É um fato que muitas vezes pudestes constatar: por mais abjeto, vil e criminoso que possa ser, o homem dispensa, a um ser ou a um objeto qualquer, uma afeição viva e ardente, à prova de tudo quanto tendesse a diminuí-la, alcançando, muitas vezes, sublimes proporções. […].” (18)

2.5 Como proceder sempre de acordo com o bem?

  • “Quando comeis em excesso, isso vos faz mal. Pois bem, é Deus quem vos dá a medida do que necessitais. Quando ultrapassais essa medida, sois punidos. Dá-se o mesmo em tudo. A lei natural traça para o homem o limite de suas necessidades; quando ele o ultrapassa, é punido pelo sofrimento. Se o homem sempre escutasse essa voz que lhe diz basta, evitaria a maior parte dos males, de que acusa a Natureza.” (19)

  • “As condições de existência do homem mudam de acordo com os tempos e os lugares, resultando para ele necessidades diferentes e posições sociais apropriadas a essas necessidades. Já que essa diversidade está na ordem das coisas, ela é conforme à lei de Deus, lei que não deixa de ser una em seu princípio. Cabe à razão distinguir as necessidades reais das necessidades artificiais ou convencionais.” (20)

  • “As circunstâncias dão relativa gravidade ao bem e ao mal. Muitas vezes o homem comete faltas que, embora decorrentes da posição em que a sociedade o colocou, não são menos repreensíveis. Mas a sua responsabilidade é proporcional aos meios de que ele dispõe para compreender o bem e o mal. É por isso que o homem esclarecido que comete uma simples injustiça é mais culpado aos olhos de Deus do que o selvagem ignorante que se entrega aos seus instintos.” (21)

  • “[…] Aproveitar do mal é participar do mal. Talvez tivesse recuado diante da ação, mas, se tira partido do mal, por encontrá-lo realizado, é que o aprova e o teria praticado, se pudesse ou se tivesse ousado.” (22)

  • “[…] Deveis sempre ajudar os fracos, embora sabendo de antemão que aqueles a quem fizerdes o bem não vos agradecerão por isso. Ficai certos de que, se a pessoa a quem prestais um serviço o esquece, Deus o levará mais em conta do que se o beneficiado vos houvesse pago com a sua gratidão. Deus permite que às vezes sejais pagos com a ingratidão, para experimentar a vossa perseverança em praticar o bem. […]”. (23)

2.6 Não fazer o mal é suficiente para o Espírito progredir?

  • “Não; é preciso que faça o bem no limite de suas forças, pois cada um responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem.” (24)

  • “O mérito do bem está na dificuldade em praticá-lo. Não há mérito algum em fazer o bem sem esforço e quando nada custa. Deus leva mais em conta o pobre que reparte seu único pedaço de pão, do que o rico que apenas dá do que lhe sobra. Jesus já disso isto a propósito do óbolo da viúva.” (25)

  •  “Se alguém vem a mim, escuta minhas palavras e põe em prática, mostrar-vos-ei a quem é comparável. Assemelha-se ao homem que, ao construir uma casa, cavou, aprofundou e lançou o alicerce sobre a rocha. Veio a enchente, a torrente deu contra essa casa, mas não a pôde abalar, porque estava bem construída.. Aquele, porém, que escutou e não pôs em pratica é semelhante ao homem que construiu sua casa ao rés do chão, sem alicerce. A torrente deu contra ela, e imediatamente desabou; e foi grande sua ruína!.” (Lucas, 6:47-49. Bíblia de Jerusalém)

  • “Todos os que reconhecem a missão de Jesus dizem: Senhor! Senhor! — Mas, de que serve lhe chamarem Mestre ou Senhor, se não seguem os seus preceitos? Serão cristãos os que o honram por meio de atos exteriores de devoção e, ao mesmo tempo, sacrificam ao orgulho; ao egoísmo, à cupidez e a todas as suas paixões? Serão seus discípulos os que passam os dias em oração e não se mostram nem melhores, nem mais caridosos, nem mais indulgentes para com seus semelhantes? Não, porque, assim como os fariseus, eles têm a prece nos lábios e não no coração. […]”. (26)

2.7 O ambiente no qual o Espírito renasceu, ou vive, influencia a prática do bem? O ambiente de vício exerce arrastamento irresistível ao homem?

  • “Sim, mas ainda aí há uma prova que o Espírito escolheu, quando em liberdade. Ele quis se expor à tentação para ter o mérito da resistência.” (27)

  • “[…] Há virtude em resistir-se voluntariamente ao mal que se deseja praticar, sobretudo quando se tem a possibilidade de satisfazer a esse desejo. Se, porém, faltou apenas ocasião para isso, o homem é culpado.” (28)

  • “Larga é a porta da perdição, porque são numerosas as paixões más e porque o caminho do mal é frequentado pelo maior número. É estreita a da salvação, porque o homem que a queira transpor deve fazer grandes esforços sobre si mesmo para vencer suas más tendências, e poucos são os que se resignam com isso. […]”. (29)

  • “Arrastamento, sim; irresistível, não; porque, mesmo dentro dessa atmosfera viciosa podeis encontrar, algumas vezes, grandes virtudes. São Espíritos que tiveram a força de resistir e que, ao mesmo tempo, receberam a missão de exercer boa influência sobre os seus semelhantes.” (30)

ORIENTAÇÕES AO MONITOR:



 

ANEXO


Convite ao bem

(Emmanuel)




Referências:

1. HOUAISS, Antônio. VILLAR, Mauro Salles e FRANCO, Francisco Melo. Dicionário Houaiss da língua portuguesa (com a nova ortografia). 1ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009, p. 275. [v. também: http://www.dicionariodoaurelio.com/Bem]

2. Idem, ibidem - p. 1219. [v. também: http://www.dicionariodoaurelio.com/Mal]

3. ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. Tradução de Alfredo Bosi e Ivone Castilho Benedetti. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, p. 107.

4. Idem, ibidem - p. 638.

5. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Questão 630, p. 406.

6. Idem, ibidem - Questão 629, p. 405.

7. Idem - O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Capítulo 11, item 8, p. 223-224.

8. Idem - Capítulo 17, item 8, p. 344.

9. Idem - O Livro dos Espíritos. Op. Cit. Questão 634, p. 407.

10. Idem - O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Capítulo 8, item 13, p. 184.

11. Idem, ibidem - Item 14, p.184.

12. Idem, ibidem - Item 16, p. 185.

13. Idem - O Livro dos Espíritos. Op. Cit. Questão 631, p.406.

14. Idem, ibidem - Questão 632, p. 406.

15. Idem - O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Capítulo 11, item 9, p. 226.

16. Idem - Capítulo 8, item 7, p. 179.

17. Idem - O Livro dos Espíritos. Op. Cit. Questão 643, p. 410.

18.  Idem - O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Capítulo 11, item 9, p. 225.

19. Idem - O Livro dos Espíritos. Op. Cit. Questão 633, p.406.

20. Idem, ibidem - Questão 635-comentário, p. 407.

21. Idem, ibidem - Questão 637-comentário, p. 408.

22. Idem, ibidem - Questão 640, p. 409.

23. Idem - O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Capítulo 13, item 19, p. 281-282.

24. Idem - O Livro dos Espíritos. Op. Cit. Questão 642, p. 409.

25. Idem, ibidem - Questão 646, p. 410-411.

26. Idem - O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo 18, item 9, p. 360.

27. Idem - O Livro dos Espíritos. Op. Cit. Questão 644, p. 410.

28. Idem, ibidem - Questão 641, p. 409.

29. Idem - O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Capítulo 18, item 5, p. 358.

30. Idem - O Livro dos Espíritos. Op. Cit. Questão 645-comentário, p. 410.


Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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